o Susto
O Casino Figueira não tinha problema com as apostas. Tinha um problema maior: a comunicação estava sentada à mesa sem apostar em nada.
Uma marca com história, mas sem nada que fizesse alguém parar o scroll. Com uma estética de outros tempos, quando o casino ainda não tinha concorrência no sofá de casa. No digital, a presença era tão discreta que parecia um jogador a fazer fold em todas as mãos. No offline, o mesmo: nada que fizesse parar, olhar duas vezes e entrar.
O Casino Figueira queria mais gente nas mesas, nas salas de espetáculo e nos eventos. Era altura de baralhar as cartas todas e distribuir de novo.
o Atake
Começámos pelo insight mais honesto que existe: toda a gente joga. Não nas mesas, no dia a dia. Não pisar riscos no passeio, usar sempre a mesma caneta, fazer uma aposta mental com o semáforo. A superstição ridícula que toda a gente tem, mas ninguém assume.
Construímos uma linha de comunicação à volta disso. Falámos de amor com linguagem de poker e o jantar do Dia dos Namorados nunca teve tanta procura. Criámos campanhas offline e digitais que transformaram momentos banais do dia em pontos de contacto com a marca. E comunicámos 40 concertos com uma identidade própria, coerente, apetecível e impossível de ignorar.
O Casino não é um lugar de vício. É o destino natural de quem já passa a vida a inventar jogos de azar na cabeça.
o Monstro
O Casino Figueira Poker deixou de ser mais um torneio na agenda e passou a ser a referência que os jogadores seguem no feed.
A comunicação ganhou uma identidade que se reconhece à primeira carta. E quando uma marca começa a falar a língua do seu público, o público começa a aparecer.
A comunidade cresceu, o buzz voltou e as mesas encheram. Foldam-se as desculpas para não aparecer.